O e-commerce, comércio eletrônico ou venda não-presencial, é um tipo de transação comercial feita através da internet. Com um computador, smartphone, tablet, TV, dentre outros, é possível fechar uma compra em segundos.

Entretanto, para que isso aconteça é necessário uma logística bem planejada, para que o comércio eletrônico seja realmente uma alavanca de vendas.

Este tipo de mercado começou a ter visibilidade a partir dos anos 90, mas a verdade é que a grande atenção mundial é recente. Por isso, comerciantes grandes ou pequenos devem estar atentos a essa nova demanda, ainda mais depois de 2020, com o salto de vendas online como reflexo da pandemia.

Neste artigo separamos alguns benefícios, cenário brasileiro, estratégias e os cuidados com o e-commerce, para que ele seja um canal de vendas poderoso para a sua empresa.

Benefícios do e-commerce

Para quem tem um comércio físico, o eletrônico é mais uma forma de chegar até os clientes e, consequentemente, vender mais. Algumas das vantagens que podem-se destacar são:

  • Baixo investimento inicial;
  • Funcionamento 24 horas;
  • Automatização do sistema de vendas;
  • Facilidade no acompanhamento de indicadores de performance.

Outros benefícios são:

Novas oportunidades de negócio

Com a facilidade da internet o comércio pode chegar mais longe, para mais pessoas, com diversidade e valor de negócios. O e-commerce possibilita fazer mais com menos.

Canal eficiente com o consumidor

Não necessariamente falando em atendimento, mas o canal eficiente com o consumidor refere-se a dar voz ao cliente. O comércio eletrônico possibilita saber de uma nova necessidade de produtos, serviços, logística, dentre outros.

Consumidor e fabricantes/lojistas ficam mais próximos. Os feedbacks são necessários para compreender o que falta e o que pode ser melhorado. Avaliações são muito importantes no meio eletrônico.

Base de dados

Ter uma base de dados é um tesouro para as empresas. A partir dessas informações é possível segmentar as vendas, fidelizar clientes e manter a relação no pós-vendas. Essa é uma tarefa complicada para quem depende somente do comércio tradicional.

A base de dados permite o envio de e-mails, whatsapp, produtos mais assertivos, promoções, descontos em datas especiais e assim por diante.

Sem barreiras de localização e tempo

Essa talvez seja a parte que mais agrada clientes e empresários. Não ter restrições de localização e tempo é ter a certeza de que o consumidor pode comprar de onde estiver e quando quiser.

Fazer cotações em diversas lojas ainda é a primeira opção das pessoas. Pela internet é possível fazer isso em minutos, mesmo depois do horário comercial. Portanto, lembre-se de oferecer um bom preço, qualidade, bom atendimento e logística interessante.

Expansão do e-commerce no Brasil

O comércio eletrônico no Brasil cresceu 47% apenas em 2020*. Essa alta teve relação direta com a pandemia do coronavírus. Quem antes não tinha o hábito de comprar online, agora tem esse conhecimento. Desde os mais jovens até os idosos consomem através da internet.

Com o aumento acentuado das vendas online, a participação do comércio eletrônico no varejo brasileiro saltou de 5,8% no final de 2019 para 12,6% em maio de 2020.

Temos 1.3 milhão de lojas virtuais ativas com 41 milhões de e-consumidores no país. A estimativa é de que em 2020, 111 bilhões foram movimentados nesse meio.

Quem ainda não estava inserido no mercado eletrônico pode ter perdido vendas e, consequentemente, clientes. O tempo gasto para colocar o comércio na internet, ensinou que esse movimento veio para ficar e a tendência é expandir.

Estratégias para vender na internet

Um comércio eletrônico pode se diferenciar pela maneira que trabalha. Existem plataformas diferentes para gerir a loja. Dependendo do porte e tipo de produto pode ser que um lugar seja mais indicado do que outro para vender.

Entenda as principais estratégias para vender online:

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Marketplaces

Ambientes onde diferentes lojistas anunciam seus produtos. A plataforma é responsável pela divulgação, custo financeiro e, muitas vezes, a logística. De acordo com um estudo da Precifica, o mercado de marketplace registrou um crescimento de quase 91% em 2018, com mais de 14 mil lojas no Brasil.

Alguns exemplos de marketplaces são: Mercado Livre (puro), Americanas, Amazon, Magalu, etc.

Loja virtual própria

Ambiente próprio do lojista. Ele é responsável pela gestão da plataforma de vendas. Ele deve cuidar desde a chegada do cliente na loja até a finalização do pedido e logística, incluindo pós-venda.

Venda por Whatsapp

Este é um canal mais complicado em termos operacionais, mas é uma crescente no país, principalmente para atendimento e compra de produtos. Pode ser uma ótima forma de iniciar ou aumentar as vendas.

Mecanismo de busca

A divulgação nos mecanismos de busca pode ser a porta de entrada para mais pessoas. Anunciar no google enquanto possíveis clientes fazem buscas é uma das estratégias mais eficientes.

Outra dica importante e que faz diferença no aumento de vendas é acompanhar os principais indicadores e métricas. Alguns dos mais importantes são:

  • Número de visitas;
  • Taxa de rejeição;
  • Pedidos faturados;
  • Ticket médio;
  • Taxa de conversão;
  • Taxa de abandono de carrinho;
  • Custo de Aquisição de Cliente.

A importância do comércio eletrônico

Quem ainda espera para saber o futuro para decidir sobre colocar o negócio para vender na internet está perdendo dinheiro, espaço e clientes. O e-commerce é uma realidade, não mais uma promessa.

O ano de 2020 se mostrou como um marco para o segmento, com o maior crescimento dos últimos 20 anos. A sua loja fez parte destes números? Confie nos marketplaces, são ótimas formas de começar a vender online com uma estrutura tecnológica e operacional mais enxuta e automatizada.

Como já dissemos neste artigo, não se esqueça de acompanhar as métricas. Conhecer o seu negócio é importante para tomar decisões mais rápidas e assertivas. É normal que você precise mudar estratégias e procurar novos leads.

Não existe o melhor meio, a melhor plataforma. O mais indicado é aquilo que se aplica a sua loja, produtos, serviços e objetivos. O segredo é gestão, organização e cuidar com carinho do cliente, pensando que ele sempre pode representar uma nova venda e ser propagador da marca.

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*Fonte: Ebit I Nielsen Webshoppers 42º